O Estádio era mais Alegre

Muito se falou dos anos de chumbo, tortura, prisões, assassinatos e censura. Denúncias, depoimentos e relatos, para isolar a ditadura, repudiar seus métodos e provocar indignação. Mas pouco se falou das emoções, do que a luta significava para o militante. Assim, aquela época se transforma em algo do passado, que não se deve repetir. Mas será? Este livro pretende trazer a vida na militância. Em pequenas histórias onde realidade e fantasia se misturam numa utopia coletiva. Para ser revivida.

14.4.12

 Dia 18 de maio, às 19h,
Auditório da FACHA Botafogo,
debate sobre o livro
 "O Estádio era mais alegre", de Nilton Bahlis dos Santos.
Dowload do Livro em 

http://www.arqedit.com.br/oestadioeramaisalegre/


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20.9.10

Lançamento dia 29 de setembro no IFICS
Quarta, às 17 hs, no Largo do São Francisco
Dowload do Livro em 
http://www.arqedit.com.br/oestadioeramaisalegre/


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Nilton Bahlis dos Santos
Comecei a fazer política no Colégio Julinho em Porto Alegre. Em 1964 entrei na FAU, onde participei do Diretório Acadêmico. Em 66 eleito fui para o DCE-URGS, depois para a UEE e em 1967 para a diretoria da UNE. Ajudei a organizar as lutas do ME de 1968, quando participei da tentativa de reorganizar o CPC da UNE. Em 1969 mudei para o Rio, vivendo na semiclandestinidade até 1972, quando, com a queda de quase 200 companheiros, me exilei no Chile. “Por seis meses” era o que esperava. Com o Golpe de Pinochet, fui preso e submetido a Corte Marcial, no campo de concentração do Estádio Nacional do Chile. Fui retirado de lá pela Cruz Vermelha Internacional e exilado na França, protegido pela Comissão da ONU para Refugiados, até 1979, quando voltei ao Brasil. No exterior editei o Jornal e a Revista Campanha, que se dedicava a organizar a colônia de exilados, estabelecer contato com movimentos revolucionários em outros países, e dar apoio à resistência no interior do Brasil. Atualmente, sou pesquisador, doutor em Ciência da Informação, líder do Grupo de Pesquisa “Tecnologias, Cultura e Práticas Interativas e Inovação em Saúde”, da Fiocruz; e coordenador do NEXT.
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